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Por que os trabalhadores da educação federal entrarão em greve?

Nota do SINASEFE
 

Iniciaremos em abril de 2014 mais um movimento paredista dos trabalhadores (professores e técnico-administrativos) da Rede Federal de Educação Básica, Profissional e Tecnológica. Neste momento, questionamentos sobre os motivos que nos levaram à essa decisão são naturais. É importante que os motivos sejam colocados abertamente, e esse é nosso objetivo com os parágrafos a seguir.Podemos começar listando os motivos gerais, como a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a Educação Pública, demanda urgente e que precisa ser uma luta de toda a sociedade brasileira. O orçamento do governo federal destinado à Educação para este ano não ultrapassa os 4% (cerca de R$ 50 bilhões), com a destinação dos 10% do PIB poderíamos atingir, considerando os números de 2013, aproximadamente R$ 484 bilhões.

Ainda na esfera geral, encontramos pontos relacionados à política salarial (data-base para maio; isonomia dos benefícios com servidores de outros poderes e TCU; e antecipação, em 2014, da parcela do aumento previsto para 2015); anulação da reforma previdenciária de 2003 e da Funpresp; contrariedade ao PL 4.330/2004 (das terceirizações); realização de uma auditoria da dívida pública brasileira; e a retomada dos anuênios.

Enumerando os pontos específicos das reivindicações dos trabalhadores organizados no SINASEFE, notamos claramente o descumprimento, por parte do governo, dos acordos assinados em greves anteriores. Os grupos de trabalho instalados para discutir e solucionar demandas comodemocratização das IFE,reposicionamento de aposentadosracionalização do PCCTAE, dimensionamento da força de trabalho (notícia 1notícia 2), terceirização nas IFE e inclusão dos técnicos das IFE militares no PCCTAE estão longe de atingir seus objetivos. Estes espaços, na verdade, cumpriram o papel de enrolar a categoria e criar falsas expectativas. Nada mudou!

Mobilização

Diante da falta de respostas concretas nos GT, portanto do claro descumprimento dos acordos, o debate da deflagração da greve já estava colocado publicamente em nossos fóruns desde a 119ª PLENA, realizada em 14 e 15 de dezembro do ano passado. Logo, durante os informes do tema no 28º CONSINASEFE, 21 Seções Sindicais se posicionaram favoráveis ao movimento, 32 aguardavam a definição congressual e apenas 11 discordaram da deflagração.

Confira nossa pauta de reivindicações

 

Clique aqui para ler os documentos protocolados junto à Presidência da República, MEC e MPOG na íntegra.

Calendário

A deliberação congressual de deflagração da greve, para o dia 21 de abril, aconteceu com a maioria dos delegados presentes, que aprovaram também datas como o período de 1º a 21 de abril para rodadas de assembleias nas bases e de 26 e 27 para a instalação do Comando Nacional de Greve e realização da 121ª PLENA.

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GREVE DOS SERVIDORES DE INSTITUTOS INICIA DIA 21-04

Notícia retirada do site do SINASEFE
 
Greve do SINASEFE: Congresso aprova deflagração a partir de 21/04

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Durante a manhã deste sábado (28) o plenário do 28º CONSINASEFE aprovou a deflagração da greve da categoria a partir do dia 21 de abril. Itens como política salarial, jornada de trabalho e democratização nas instituições fazem parte da pauta de reivindicações. O entendimento foi de que a greve é indispensável para defender os direitos dos trabalhadores da educação federal, e a votação contou com o apoio da maioria absoluta das delegações presentes ao congresso.

A construção da greve havia sido deliberada na 120ª PLENA, quando foi aprovada a pauta de reivindicações da categoria, já protocolada no MEC. Foi aprovada a instalação do Comando de Greve para a semana seguinte à deflagração, junto de uma plenária de greve em Brasília-DF.

O 28º CONSINASEFE acontece até amanhã (30), e conta com a participação de mais de 500 trabalhadores de todo Brasil. Serão realizadas, ainda hoje, as eleições para a Direção Nacional e para o Conselho Fiscal, no período de 2014-2016.

Acompanhe a cobertura completa em nossa Página do Facebook e também os vídeos dos dias anteriores em nosso canal do YouTube.

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Técnicos Administrativos do IFPR deflagram greve

Por: Texto e foto: Comunicação SINDIEDUTEC

Em Assembleia Geral realizada na última sexta-feira, 21 de março, no Câmpus Curitiba do IFPR, foi aprovada a deflagração de GREVE GERAL do Técnicos Administrativos por tempo indeterminado. Conforme legislação, a administração precisa ser comunicada do início da greve num prazo de 72 horas. O comunicado da decisão da assembleia foi protocolado no gabinete da reitoria no dia de hoje e será encaminhado para todos os diretores de Campi do IFPR.

Conforme informou o Presidente do SINDIEDUTEC, Nilton Brandão, a pauta da greve está relacionada com a pauta da greve nacional puxada pela FASUBRA: “A partir disso serão discutidos os apontamentos que estão relacionados às pautas dos servidores do IFPR. O SINDIEDUTEC aproveita esse momento para discutir e debater a pauta de reivindicação junto à reitoria do IFPR”.

Amanhã, terça-feira, 25 de março, às 14h, acontece uma reunião na Reitoria Curitiba com os/as técnicos/as onde, após debate, serão tiradas as orientações e ações para serem repassadas para toda a comunidade.

Greve da FASUBRA
Teve início na segunda-feira, 17 de março, a greve dos técnico-administrativos em educação das universidades federais, conforme determinado pela Plenária realizada em fevereiro que deliberou pela deflagração do movimento.

A primeira atividade da greve foi a instalação do Comando Nacional de Greve (CNG), que irá deliberar daqui por diante sobre todas as decisões, atividades, resultado de reuniões com os representantes governamentais, e propostas advindas das mesas de negociações.

O CNG FASUBRA funciona na UnB ( Pavilhão Multiplo Uso – Bloco C – Sala C.16 – Campus Universitário Darcy Ribeiro) , como já é tradição. A instalação do Comando Nacional de Greve ocorreu com a presença da Diretoria Nacional da FASUBRA e da delegação de Santa Catarina.

Assembléias

Diante da proposta apresentada pelo Ministério da Educação para a categoria, estão ocorrendo assembleias em vários estados onde os TAEs analisam a proposta e as avaliações oriundas da Diretoria da FASUBRA após as reuniões ocorridas .

As decisões adotadas nas assembléias serão apresentadas ao Comando Nacional de Greve que irá decidir sobre o posicionamento da categoria e quais desdobramentos serão adotados.

Arquivos relacionados

Oficio 019 – Deflagracao de GREVE dos TAEs por tempo indeterminado no IFPR

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PGUÁ (26-03): eleição representantes de Câmpus

É importante elegermos colegas com independência perante o governo e as gestões. Colegas que vão tocar as lutas locais e nacionais dos servidores em educação. Participe, converse e chame seus colegas, eleja um bom representante das nossas lutas! Dia 26-03 em Paranaguá é hora de fortalecer a luta!

paranaguá

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17 DE MARÇO: COMEÇA A GREVE DA FASUBRA!

FOTOGREVE2012

Já na próxima segunda-feira (17) os técnico-administrativos das Universidades Federais entrarão em greve com toda a disposição de fazer valer seus direitos e conseguir o atendimento integral da pauta de reivindicações.

A categoria possui 180 mil trabalhadores e deliberou pela deflagração do movimento paredista durante a Plenária Nacional realizada pela Federação de Sindicatos de Trabalhadores em Instituições Federais de Ensino (FASUBRA Sindical) em 08 e 09 de fevereiro, quando foi avaliado que há condições de implementar uma greve forte.

De lá para cá, foram realizadas reuniões com o Governo Federal, representado pelos Ministérios da Educação (MEC) e Planejamento (MPOG), mas não houve atendimento total da pauta de reivindicações.

Diante do exposto, a categoria mantém a greve e o calendário de atividades que se inicia na próxima semana com a deflagração da greve e instalação do Comando Nacional de Greve na segunda-feira (17), e participação nas atividades do Dia Nacional de Luta em 19 de março e na Marcha das Centrais em 9/4 quando haverá atividades nos estados.

FORÇA NA LUTA ATÉ A VITÓRIA!!!!

LEIA MAIS EM:

SINDITEST: Dia 20 de março começa a greve!

COMEÇA A GREVE DOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS

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DIA 21-03 TODOS A ASSEMBLEIA GERAL ESTADUAL

Conforme deliberação da assembleia do dia 14 de fevereiro, divulgada no site do SINDIEDUTEC foi convocada uma assembleia estadual geral dos servidores do IFPR. A assembleia será o espaço para debatermos nossa luta local, por respeito e democracia, e os rumos da luta nacional dos servidores em educação, em especial a greve dos técnico-administrativos das universidades federais, organizados na FASUBRA. Ao mesmo tempo, outras entidades dos servidores em educação, ANDES (professores das universidades), e SINASEFE (mais de 80% dos servidores dos Institutos Federais) discutem a greve para o mês de abril. A CONDSEF (entidade que representa 80% dos servidores federais de outras áreas) também está em ritmo de mobilização para a greve. Confira abaixo a convocatória do site do SINDIEDUTEC e notícias sobre a paralisação local e a luta nacional.

Convocação: 1ª Assembleia Geral da nova diretoria

Por: Texto: Comunicação SINDIEDUTEC Foto: Laís Dlugosz

Na próxima sexta-feira, 21 de março, o SINDIEDUTEC convoca a comunidade para dois momento importantes:

REUNIÃO ORDINÁRIA CONSELHO ESTADUAL DO SINDIEDUTEC-PR

O presidente do SINDIEDUTEC, Nilton Brandão, convoca a Diretoria Estadual e os representantes de base eleitos em assembléia própria em cada Unidade Descentralizada, nos termos do Estatuto, para REUNIÃO DO CONSELHO ESTADUAL, a ser realizada na próxima sexta-feira, dia 21, das 9:00h às 14:00h, em Curitiba, na Sede do Sindicato.

ASSEMBLEIA GERAL
Já no período da tarde, às 15h30, todos/as os/as filiados/as estão convocados/as para a Assembleia Geral Ordinária. O encontro acontece no Campus Curitiba, Rua João Negrão, 1285, Bairro Rebouças, para deliberar sobre:

1 – Greve Nacional (FASUBRA)

2 – Eleições no IFPR 2014 (Reitor e Diretores de Campi): indicativo de greve por tempo indeterminado; ação no CONSUP dia 25/03

3 – Criação de Grupo de Trabalho para Estudo de Condições de Trabalho no IFPR

4 – Ajuizamento de ação judicial buscando reconhecer o direito à férias durante o afastamento para aperfeiçoamento profissional.

5 – Informes – Combate ao Assédio Moral; Conselho Estadual; Situação do EaD; Jurídicos

EDITAL ANEXO

Arquivos relacionados
CONVOCACAO ASSEMBLEIA GERAL 21 DE MARCO .
EDITAL CONVOCACAO CONSELHO ESTADUAL 21 DE MARCO 2014

Notícias da paralisação e luta no IFPR:

Mobilização da comunidade acadêmica e ações jurídicas põe Reitor contra parede

Notícias das lutas nacionais dos servidores em educação e servidores federais

Inflação mostra que pleito por antecipação de reajuste dos servidores é justo

GREVE: TAEs da UFPR e UTFPR iniciam greve dia 17 de março

SINASEFE e FASUBRA aprovam indicativo de greve para 2014

Docentes EBTT da ampla maioria dos Institutos e Colégios Federais têm sim indicativo de greve

Vejam como está esquentando a luta no funcionalismo público federal

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GREVE: TAEs da UFPR e UTFPR iniciam greve dia 17 de março

Nesta quinta feira foi lançada pela diretoria do SINDITEST carta aberta a população e a comunidade acadêmica. Leia abaixo.

CARTA ABERTA À POPULAÇÃO E À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA

A partir do dia 17 de março, os servidores técnico-administrativos da UFPR, UTFPR e Hospital de Clínicas entram em greve por tempo indeterminado

No país do futebol, da corrupção e da desigualdade social, que lugar está reservado para a educação e a saúde públicas?

Nós, servidores técnico-administrativos das universidades federais, recebemos os mais baixos salários de todo o poder executivo. O vencimento básico de um Assistente em Administração recém-admitido na universidade não ultrapassa 1.950,00 reais, ou seja, é inferior a três salários mínimos. Apesar disso, são esses trabalhadores que realizam as funções administrativas nas coordenações de curso, bibliotecas, departamentos, pró-reitorias, nas seções de execução orçamentária e em muitas outras. Poderíamos dizer a mesma coisa dos profissionais da saúde, como o pessoal da enfermagem que trabalha no Hospital de Clínicas, na Maternidade Victor Ferreira do Amaral, e que mesmo desempenhando funções tão essenciais para o bom andamento das atividades de assistência e ensino, são normalmente obrigados a ter dois empregos ou a fazer plantões adicionais para completar os magros rendimentos.

A situação dos nossos companheiros contratados pela FUNPAR ou terceirizados é ainda pior: o pessoal da FUNPAR recebe salários de pobreza e os terceirizados, salários de miséria (costumam receber menos do que um salário mínimo após os “descontos”). E são essas pessoas —a maioria mulheres, mães de família— que fazem a universidade funcionar, trabalhando nos serviços mais pesados: limpeza e conservação, restaurantes, lavanderias, manutenção, transportes, segurança…

Como chegamos a este ponto?

No Brasil, quem trabalha com educação e saúde não é tratado com respeito. E isso inclui, é claro, as professoras e os professores, que também estão com os salários arrochados e com a carreira precarizada. Isso acontece porque a presidente Dilma (PT), seguindo a linha adotada por Lula, não abandonou em nenhum momento a cartilha neoliberal dos governos Collor, Itamar e FHC (PSDB). A prova disso é que mesmo após 11 anos de governos do PT, os serviços públicos vão de mal a pior. Há uma crise grave na maior parte das áreas sociais e um caos completo na saúde, na educação e nos transportes públicos. Essa foi uma das causas da explosão de revolta que varreu o país em junho de 2013. Infelizmente, até agora, o governo não deu ouvidos para o que o povo dizia nas ruas, e o suplício de quem depende dos serviços públicos, principalmente do SUS, continua.

Campeão mundial de impostos e taxas de juros… Para quê?

O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo. Todos os anos batemos recordes de arrecadação de impostos. Por acaso esse dinheiro retorna para a sociedade na forma de investimentos em infraestrutura, geração de empregos, educação, saúde, previdência social? Infelizmente, não. Então, onde vai parar todo esse dinheiro?

A resposta é simples. No Brasil colônia, os exploradores das metrópoles saíam daqui com suas embarcações abarrotadas de pau-brasil, açúcar, tabaco e ouro (usando para isso o trabalho escravo). No Brasil de hoje, continua acontecendo quase a mesma coisa, a diferença é que o modo de explorar a força de trabalho mudou, as metrópoles e os exploradores mudaram, e surgiram métodos muito mais eficazes de roubar aquilo que produzimos: entre eles, a desnacionalização da economia (privatizações) e o perverso mecanismo da “dívida pública”.

A Coroa portuguesa exigia a quinta parte da produção de ouro das nossas minas. A exploração atual é muito mais feroz: quase a metade do Orçamento da União é enviada diretamente para o bolso dos banqueiros e dos especuladores do mercado financeiro, na forma de pagamentos dos serviços de rolagem da dívida pública (juros e amortizações). E a parte mais cruel desse sofisticado mecanismo de exploração é que quanto mais se paga, mais se deve.

Retrato da desigualdade

Somente em 2012, pagamos 753 bilhões de reais da dívida pública! Para se ter uma ideia do que isso significa, com esse dinheiro seria possível pagar um salário mínimo atual (724 reais) para 50 milhões de pessoas durante 20 meses; ou construir 18 milhões de casas populares a um custo de 40 mil reais cada; ou 44 mil hospitais de excelência, a um custo de 17 milhões cada um. Outra comparação: o total gasto com o Bolsa Família no mesmo ano (2012), que atinge quase 14 milhões de famílias (a 70 reais por pessoa), foi de pouco mais de 20,2 bilhões, ou seja, trinta e sete vezes menos do que o valor dado pelo governo aos bancos!

A “reprimarização” da economia: a causa do sucateamento do ensino superior público

O governo federal pretende transformar o Brasil no campeão mundial de exportação de produtos agrícolas até 2020, para a alegria do agronegócio. Com isso, vai se agravar o processo de destruição ambiental causado pela expansão das monoculturas de soja e cana-de-açúcar, o que acarreta graves transtornos climáticos e também a destruição da agricultura familiar (elevando brutalmente o preço dos alimentos). Além disso, ao transformar o Brasil no “celeiro do mundo”, esse retorno à economia colonial vai causar a destruição do que restou da indústria nacional, liberando definitivamente o mercado interno para as multinacionais e para a penetração dos importados. Neste cenário, em que nossa função se resume a enviar matérias primas (commodities) para as metrópoles e comprar delas os produtos industrializados, que lugar poderia haver para as universidades públicas, para a produção de conhecimento, ciência e tecnologia?

Que país queremos para as futuras gerações?

Se não houver uma reação enérgica dos trabalhadores e de toda a sociedade contra este retrocesso histórico, se não defendermos as universidades públicas, que mesmo diante de todas as dificuldades ainda realizam a maior parte da pesquisa científica do país, e ainda formam os melhores profissionais, em breve elas estarão extintas. As faculdades privadas, as “fábricas de diploma” e os cursos ligeiros ou à distância dominarão completamente o “mercado de ensino superior”. E então o Brasil perderá definitivamente o pouquinho de autonomia e soberania que adquiriu desde o último pós-guerra até hoje, período em que nossas universidades cresceram paralelamente ao desenvolvimento da mineração, da siderurgia, das telecomunicações, da extração e refino de petróleo, e de outras áreas em que chegamos a ser autônomos, antes que os governos das últimas décadas (tanto do PSDB quanto do PT) entregassem tudo de bandeja para as multinacionais.

Por um Brasil verdadeiramente justo e soberano!

Essa é a guerra para a qual os trabalhadores e toda a população estão convocados: lutar pela nossa soberania e por justiça social. A “elite” de nosso país mostrou ser completamente incapaz de realizar essa tarefa —preferiu ser sócia minoritária do capital estrangeiro e enriquecer à custa da dilapidação do Estado (corrupção). Reverter o atraso histórico, as injustiças seculares, a miséria, a pobreza e a ignorância, é uma tarefa que recai agora integralmente sobre os ombros da classe trabalhadora. Nós, servidores técnico-administrativos da UFPR, HC, UTFPR, IFPR e UNILA, estamos fazendo a nossa parte. Nossa luta por respeito, por salários e condições de trabalho dignas, faz parte da defesa do ensino superior público, gratuito e de qualidade.

Não estamos pedindo nada de mais. Queremos apenas o mesmo tratamento prioritário e emergencial dado pelo governo federal à FIFA, às empreiteiras, aos bancos e às multinacionais: exigimos investimentos pesados e imediatos nos serviços públicos!

Todos aqueles que torcem por um Brasil verdadeiramente justo e soberano precisam se incorporar a essa luta! Seja solidário ao movimento grevista e nos ajude a exigir da presidente Dilma que atenda as demandas dos trabalhadores!

Nossas principais reivindicações:

Em defesa das universidades públicas!

Carreira, salários e condições de trabalho dignas!

Piso de três salários mínimos! Data-base e negociação coletiva! Antecipação da parcela de 5% de reajuste programada para 2015!

Fim das privatizações! Revogação das leis que criaram a EBSERH e o FUNPRESP!

Em defesa da aposentadoria especial! Revogação das Orientações Normativas que reduzem o adicional de insalubridade!

Turnos contínuos e jornada de 30h!

Construção e reestruturação das creches nas universidades, sem municipalização!

Em defesa do direito de greve e das demais garantias constitucionais de expressão, manifestação e organização política e sindical! Não ao “AI-5 padrão FIFA”! Abaixo a criminalização dos movimentos sociais!

SINDITEST-PR
Gestão Sindicato é pra Lutar!

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